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Quem somos

A Casa de Oswaldo Cruz é a unidade técnico-científica da Fundação Oswaldo Cruz dedicada à preservação da memória da Fiocruz e às atividades de pesquisa, ensino, documentação e divulgação da história da saúde pública e das ciências biomédicas no Brasil.

As pesquisas concentram-se no campo da história das ciências e da saúde, com intensa publicação de livros e obras de referência sobre a institucionalização, a produção de conhecimentos e de políticas públicas em ciência e saúde no país. Além disso, o conhecimento acumulado em diversas práticas profissionais fez emergir investigações nos campos da arquivologia, documentação e informação; divulgação científica; e arquitetura e urbanismo, com suas interfaces nas ciências e na saúde.

O acervo sob a guarda da Casa é o mais expressivo do país sobre os processos políticos, sociais e culturais da saúde: fotografias, filmes, documentos, peças museológicas e depoimentos orais remontam ao fim do século 19, integrando o arquivo permanente da Fundação e os arquivos pessoais de cientistas e sanitaristas, entre eles Oswaldo Cruz, Carlos Chagas, Souza Araújo e Belisário Penna.

A unidade também desenvolve relevante atividade editorial, destacando-se a revista História, Ciências, Saúde – Manguinhos, bem avaliada no programa Qualis Periódicos, da Capes, e presente em indexadores como Thomson Reuters, Medline e Scielo.

Na área de ensino, destacam-se o mestrado e doutorado em história das ciências e da saúde e os cursos de especialização em divulgação da ciência, da tecnologia e da saúde e em preservação e gestão do patrimônio cultural das ciências e da saúde. A Casa coordena a Rede Latino-americana de História e Patrimônio Cultural da Saúde e sedia o Observatório História e Saúde da Rede de Observatórios de Recursos Humanos (Opas/Ministério da Saúde).

Refletindo o compromisso social da Fiocruz, a Casa também mantém o Museu da Vida, com o objetivo de informar e educar em ciência, saúde e tecnologia de forma lúdica e criativa. Por meio de exposições permanentes, módulos interativos, multimídias, teatro e outras atividades, busca-se despertar a curiosidade pela ciência e estimular a participação nos processos sociais da ciência e da saúde. Seus temas centrais são a vida enquanto objeto do conhecimento, saúde como qualidade de vida e a intervenção do homem sobre a vida.

Criada em 1986 e localizada no histórico Pavilhão da Peste (ou Prédio do Relógio), a Casa cuida ainda da preservação e da restauração do patrimônio arquitetônico, ambiental e urbanístico da Fiocruz. Exemplar valioso desse conjunto, o Castelo da Fiocruz foi projetado para abrigar os laboratórios, a biblioteca e o museu do então Instituto Soroterápico Federal, e se mantém ainda hoje como a sede e maior símbolo da Fundação Oswaldo Cruz. De clara inspiração mourisca, a edificação foi tombada pelo Iphan em 1981.


Diretor

Paulo Roberto Elian dos Santos

Vice-Diretora de Gestão e Desenvolvimento Institucional

Nercilene Santos da Silva Monteiro

Vice-Diretor de Informação e Patrimônio Cultural

Marcos José de Araújo Pinheiro

Vice-Diretora de Pesquisa, Educação e Divulgação Científica

Magali Romero Sá