O relato do neto de Oswaldo Cruz entrelaça trajetória pessoal e tradição científica familiar. Suas memórias percorrem espaços carregados de significado, como a casa dos avós em Botafogo, no Rio de Janeiro, e a residência de verão em Petrópolis (RJ) onde Oswaldo Cruz passou seus últimos dias.
O depoimento evidencia a importância da preservação da memória institucional, mencionando documentos, acervos e registros fotográficos, muitos deles perdidos ao longo do tempo, como peças-chave para compreender a história da ciência no país.