Ecologias insubmissas no antropoceno: biodiversidade, clima e saúde na história
André Felipe Cândido da Silva eDominichi Miranda de Sá Ano de formação: 2016
O grupo desenvolve atividades de pesquisa, ensino, formação de recursos humanos e divulgação científica em história ambiental, história das ciências, saúde e memória, articuladas aos debates sobre mudanças climáticas, sanitárias e da crise da biodiversidade no Antropoceno. Sua atuação se expressa na participação de seus membros em redes nacionais e internacionais; na publicação de artigos, livros e capítulos no Brasil e no exterior; e na oferta de disciplinas na pós-graduação, além de cursos livres e de extensão para públicos mais amplos. Destacam-se também as contribuições em programas de iniciação científica; orientações de teses e dissertações; participação em editorias e conselhos de periódicos; atuação na direção de sociedades científicas; captação de recursos junto a agências de fomento nacionais e internacionais; organização de exposições; e disponibilização pública de arquivos e conjuntos documentais sobre história, saúde e ecologia no Brasil no contexto do Antropoceno.
Tania Salgado Pimenta e Regina Célia Lima Xavier Ano de formação: 2009
O grupo reúne pesquisadores interessados no tema saúde, raça e escravidão, promovendo a interlocução entre os seus trabalhos. Também busca incentivar estudos de alunos de cursos de mestrado e doutorado e de nível de iniciação científica sobre o assunto. Inscrevendo-se na história social da cultura e das ciências, estabelece um diálogo estreito com as historiografias sobre escravidão e sobre saúde, contemplando um objeto pouco privilegiado por ambas. Entre as repercussões dos trabalhos dos pesquisadores envolvidos, destacam-se: desenvolvimento de projetos de pesquisa que contam com apoio do CNPq-Fiocruz; organização de simpósios em eventos científicos; elaboração de exposição sobre o tema; oferecimento de disciplina em Programa de Pós-graduação; e promoção de debates com pesquisadores da escravidão e da saúde.
História da medicina e da saúde: espaços institucionais e atores
Maria Rachel de Gomensoro Fróes da Fonseca Ano de formação: 2009
Capítulo “The History of Science in Latin America and the international agenda: history, reflection on our themes, local scientific practices and perspectives”, no livro . History of Science in Latin America. The construction of an intellectual field (20th century). Essays in Honor of Juan José Saldaña González (RAMOS-LARA, María de la Paz; ARBOLEDA, Luis Carlos, eds.) (Switzerland: Springer Nature Switzerland, 2024). Capítulo ¿En la esfera pública: Flammarion en la prensa brasileña¿, publicado em ¿Astronomía, Literatura y Espiritismo. Camille Flammarion en América Latina¿, organizado por Verónica Ramírez, Agustí Nieto Galan e Elisa Sevilla (Santiago do Chile, 2021). Artigo ¿A Revista do Rio de Janeiro (1876-1877): ´vulgarisar as sciencias, letras, artes, agricultura, commercio e indústria`¿, na História Unisinos (v.25, n.3, set./dez.2021). Coordenação e ampliação dã plataforma on-line do “Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)”.
Gisele Porto Sanglard e Tania Salgado Pimenta Ano de formação: 2006
Participação em congressos, simpósios e seminários nacionais e internacionais; publicação dos resultados da pesquisa em artigos e capítulos de livros; publicação de livros; orientação de monografias, dissertações e teses; participação em editoriais de revistas científicas; coordenação de congressos, simpósios e fóruns, orientação de alunos e bolsistas de iniciação científica.
Abriga investigações que tomam a saúde pública – suas políticas, instituições e profissões, como um fenômeno histórico que combina as ações governamentais, voluntárias e privadas com o conhecimento científico, práticas profissionais e movimentos políticos e sociais. Buscam compreender em perspectiva histórica e comparada a organização da saúde no Brasil, as instituições responsáveis pelos serviços de saúde, seus atores individuais e coletivos e a relação da saúde com a política e a sociedade. Outras características são a reflexão teórica e conceitual sobre as relações entre história e políticas governamentais e o acento na dimensão internacional da saúde. Repercussões: a) publicação de artigos em periódicos nacionais e internacionais, de livros e de capítulos de livros, e suplementos especiais de periódicos nacionais e internacionais. b) obtenção de prêmios e distinções. c) orientação de bolsistas de Iniciação Científica, mestrado e doutorado e de estágios curriculares e pós-doutorado.
O físico, o mental e o moral na história dos saberes médicos e psicológicos
Ana Teresa Acatauassú Venâncio e Cristiana Facchinetti Ano de formação: 2008
Os trabalhos do grupo analisam a produção, recepção e difusão de ideias médico-científicas em torno do físico, do mental e do moral, a partir de fins do século XVIII. Destaca-se aqui como tais ideias são elaboradas em contextos histórico-culturais determinados, ao mesmo tempo em que os estruturam. Tais ideias são estudadas em relação aos campos da medicina, medicina legal, psiquiatria, psicanálise e criminologia, os quais produzem e interagem com práticas sociais (políticas, assistenciais, terapêuticas e artísticas). A repercussão dos trabalhos do grupo tem se dado na área da história, das ciências sociais e da psicologia, por meio de: formação de alunos (Iniciação científica a pós-doutorado), oferta de disciplinas em programa de pós-graduação em história e historia das ciências e da saúde (COC-FIOCRUZ; UNIOESTE-PR; PUC-RJ), publicações, apresentação em congressos, organização de simpósios temáticos em eventos científicos e participação em redes internacionais de pesquisa.
Rômulo de Paula Andrade eGisele Porto Sanglard Ano de formação:2025
O grupo está se estruturando a partir das ações do Núcleo de Estudos em História da Alimentação (NEHA) dirigido por Romulo Andrade e Caroline Gil no âmbito do departamento de Pesquisa em História das Ciências e da Saúde. O NEHA tem encontros mensais, com discussão de textos selecionados. No Simpósio Nacional de História (SNH) – ANPUH, o NEHA organizou um minicurso sobre História da Alimentação que teve bastante sucesso. Além disso, organizou também um curso de inverno que teve mais de 400 inscrições, com diversos pesquisadores convidados. Espera-se com este GP consolidar a relação entre alimentação e saúde no âmbito dos estudos históricos; além de reforçar a liderança da Casa de Oswaldo Cruz e da Fiocruz do debate sobre história da alimentação que vem crescendo bastante nos últimos anos, cujo coroamento foi a criação do GT de História da Alimentação no último Simpósio Nacional de História é exemplo do crescimento do campo.