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Retratos

Oswaldo Cruz (1872-1917)
Cientista, médico, sanitarista, pioneiro no estudo das moléstias tropicais e da medicina experimental no Brasil. Fundador do Instituto Soroterápico Federal, transformado no Instituto Oswaldo Cruz. Foto: J. Pinto 
Carlos Chagas (1878-1934)
Médico, sanitarista e cientista, destacou-se ao descobrir uma nova enfermidade conhecida como doença de Chagas. Foi o primeiro e único cientista a descrever o ciclo completo de uma doença infecciosa. Foto: J. Pinto. 
Belisário Penna (1868-1939)
Médico sanitarista e autoproclamado “apóstolo do saneamento rural”, foi diretor da Liga Pró-Saneamento do Brasil. Foto: J. Pinto.
Adolpho Lutz (1855-1940)
Médico e cientista brasileiro, expoente da medicina tropical e da zoologia médica no Brasil. Pioneiro na área de epidemiologia e nas pesquisas sobre doenças infecciosas. Foto: J. Pinto.
Arthur Neiva (1880-1943)
Pesquisador de Manguinhos e aluno de Oswaldo Cruz. Cientista, etnógrafo e político, dedicou-se a profilaxia e entomologia médica, estudando as diferentes espécies de barbeiros. Foto: J. Pinto.
Evandro Chagas e Emmanuel Dias
Rio de Janeiro, 1936. Após a morte de Carlos Chagas, seu filho Evandro e seu afilhado Emmanuel Dias dedicaram suas carreiras ao estudo das doenças tropicais e em particular ao da doença de Chagas. Evandro ampliou e difundiu as pesquisas iniciadas por seu pai, principalmente no que diz respeito à forma cardíaca dessa doença. Emmanuel Dias criou, em 1943, um centro avançado de pesquisas em Bambuí (MG), vinculado à Fiocruz e em funcionamento até hoje. Foto: Acervo COC.
Gaspar Vianna (1885-1914)
Médico patologista, iniciou estudos sobre a leishmaniose, até então doença desconhecida. Seus estudos de anatomia patológica foram decisivos para a compreensão da ação patogênica do Trypanosoma cruzi e para o desenvolvimento dos estudos sobre a doença de Chagas. Foto: Acervo COC.
Ezequiel Dias (1880-1927)
Médico e diretor do Instituto Oswaldo Cruz de Belo Horizonte. Realizou pesquisas sobre os aspectos hematológicos da doença de Chagas e testou inseticidas contra os barbeiros. Foto: Acervo COC.
Akira Homma
Formado em medicina veterinária e doutor em Ciências pelo Baylor College of Medicine, no Texas (EUA), coordenou programas do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana de Saúde, na década de 1990. Presidiu a Fiocruz de 1989 a 1990. Foto: Acervo COC.
Sérgio Arouca
Médico e sanitarista, Arouca foi uma importante liderança na construção do Sistema Único de Saúde (SUS). Como presidente da Fiocruz entre 1985 e 1989, foi responsável pela reintegração dos dez cientistas cassados pela ditadura militar. Foto: Acervo COC.
Retorno dos cassados de Manguinhos
Da esquerda para a direita: Augusto Cid de Mello Perissé, Tito Arcoverde Cavalcanti de Albuquerque, Haity Moussatché, Fernando Braga Ubatuba, Moacyr Vaz de Andrade, Hugo de Souza Lopes, Masao Goto, Herman Lent, Sebastião José de Oliveira e Domingos Arthur Machado Filho. Foto: Acervo COC.
Paulo Parreiras Horta
No início do século 20, ao lado de Henrique Figueiredo de Vasconcellos, o médico introduziu em Manguinhos os primeiros estudos sobre fungos, agentes causais de micoses humanas. Foto: Acervo COC.
Herman Lent
Médico, Lent publicou diversos trabalhos em helmintologia. Influenciado por Arthur Neiva, voltou-se mais tarde para a entomologia. Foi ele quem implantou a criação de barbeiros em Manguinhos em 1935. Foto: Acervo COC.
Olympio Ribeiro da Fonseca
Médico, Ribeiro da Fonseca presidiu a Fiocruz de 1949 a 1953, Após esse período, assumiu a direção do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Foi reconhecido pelo Colégio Americano de Cirurgia, que lhe concedeu a homenagem Honorary Fellowship pelo destaque na profissão. Foto: Acervo COC.
Barão de Pedro Afonso
O cirurgião foi o primeiro presidente do Instituto Soroterápico Federal (ISF), ainda em construção na Fazenda Manguinhos. Foi convidado a dirigir a nova instituição (1900-1902) por sua experiência em produzir a vacina contra a varíola no Instituto Vacínico, no Rio de Janeiro. Foto: Acervo COC.
Hermann Gonçalves Schatzmayr
O virologista é considerado um expoente da ciência nacional. Estudou a pandemia de gripe de 1957-1958 no Rio de Janeiro, participou dos esforços de erradicação da varíola e de combate à poliomielite no País. Foi responsável pelo isolamento dos vírus da dengue 1, 2 e 3 no Brasil. Presidiu a Fiocruz de 1990 a 1992. Foto: Acervo COC.
 
 
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