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Palácio Itaboraí

Palácio Itaboraí
O Palácio Itaboraí é uma construção eclética que utiliza o repertório clássico da renascença italiana em sua implantação, composição e ornamentação. Foto: Vinicius Pequeno.
Entorno do palácio
Localizado na esquina das atuais ruas Ernesto Paixão e Visconde de Itaboraí, em Petrópolis (RJ), o Palácio Itaboraí foi construído em 1892 como residência de verão do engenheiro italiano Antonio Jannuzzi. Ao longo dos anos, teve diferentes usos e sofreu acréscimos que alteraram sua volumetria. Foto: Acervo do Arquivo do Museu Imperial de Petrópolis.
 
Crianças na escada
Em 1894, o edifício passou a sediar o Colégio Americano e, posteriormente, a faculdade de direito de Petrópolis. A partir da década de 1930, a edificação foi utilizada como residência de verão dos governadores do Estado e, mais tarde, por órgãos do Estado. Em 2000, a Fiocruz recebeu do governo federal a sessão de uso do edifício. Foto: Acervo do Arquivo do Museu Imperial de Petrópolis.
Jardim do palácio
O jardim que cerca o palácio, contemporâneo à sua construção, foi implantado em uma colina natural e caracteriza-se por uma sucessão de planos. Foto: Acervo do Arquivo do Museu Imperial de Petrópolis.
 
Palácio Itaboraí antes da restauração
Em 1998, a Fiocruz recebeu o palácio em cessão de uso. Antes da obra de restauração, os maiores danos à fachada eram decorrentes das várias pinturas inadequadas realizadas ao longo dos anos e infiltrações. As sucessivas camadas de tinta haviam ocultado a argamassa pigmentada e a pintura artística e ocasionado a perda da textura, definição e volumetria originais dos ornamentos. Foto: Acervo COC.
 
Palácio Itaboraí
Situada na parte elevada do terreno, a edificação figura como elemento central de um conjunto formado pelos jardins, ambos de 1892, pelo anexo, da mesma época, e pela Casa do Caseiro, construída na década de 1940. Foto: Roberto Jesus Oscar.
Escadas em mármore
Duas imponentes escadas em mármore de carrara – uma na fachada principal e outra na posterior – conduzem os visitantes para os salões principais do palacete. Foto: Roberto Jesus Oscar.
Detalhe da escada
Os elementos de composição das escadas são talhados em mármore e atribuem nobreza ao acesso. Foto: Vinicius Pequeno.
Palácio Itaboraí
Iluminação destaca a fachada do edifício. Foto: Acervo COC. Foto: Vinicius Pequeno.
Colunas e capitéis
No edifício, destacam-se as fachadas com elementos ornamentais de inspiração clássica, como as colunas das varandas, com seus capitéis coríntios. Os beirais do telhado são ricamente ornamentados em madeira e ferro. Foto: Vinicius Pequeno.
 
Ladrilhos da varanda
A varanda da fachada principal mantém os ladrilhos hidráulicos e elementos ornamentais originais preservados. Foto: Roberto Jesus Oscar.
 
Esquadrias
As esquadrias do palácio são de madeira, compostas por folhas duplas com vidro e venezianas. Seus vãos são resguardados por delicados gradis metálicos. Foto: Vinicius Pequeno.
Esquadrias
As esquadrias foram preparadas para a pintura de acordo com a definição das cores a partir de um cuidadoso trabalho de prospecções. Isso permitiu identificar as cores originais utilizadas nas pinturas de forros, portas, janelas e paredes. Foto: Vinicius Pequeno.
Pintura ornamental
Durante a intervenção, alguns trechos da pintura ornamental mais importantes, descobertos nas prospecções realizadas anteriormente, foram restaurados para que pudessem ser admirados pelos visitantes do palácio. Foto: Vinicius Pequeno.
 
Novos usos
Com a implantação do novo uso no Palácio Itaboraí, o projeto manteve a distribuição espacial das áreas nobres, remanescentes da construção original. Foto: Acervo COC. Foto: Vinicius Pequeno.
Salões
Os salões, em ambos os pavimentos, tiveram a ambiência original preservada e foram equipados com recursos de recepção de imagem e som, permitindo o uso múltiplo e flexível para videoconferência e realização de exposições. Foto: Roberto Jesus Oscar.
Interior do Palácio Itaboraí
Foto: Roberto Jesus Oscar.
Elevador e escada interna
Na restauração, um elevador e uma escada construídos com materiais contemporâneos foram inseridos para integrar o pavimento inferior ao espaço destinado ao restaurante e ao café. A introdução dos elementos obedeceu a critérios de adequação estética para proporcionar uma interação harmoniosa entre o novo e o antigo. Foto: Vinicius Pequeno.
 
Auditório
As paredes antigas de pedra e tijolo do auditório, expostas em conjunto com a nova laje, criam um ambiente moderno, que se harmoniza com as texturas dos materiais originais. Na saída de emergência, foi instalada porta de aço corten. Além do aspecto moderno que identifica claramente a intervenção, o aço apresenta aspecto patinado, envelhecido e cor acobreada, que se integra com os tons das fachadas. Foto: Roberto Jesus Oscar.
Cobertura do terraço
O projeto de restauração empreendido pela Fiocruz agregou um elemento novo ao palácio: a cobertura do terraço. Foto: Roberto Jesus Oscar.
 
Cobertura do terraço
A cobertura do terraço é composta de uma estrutura metálica recoberta com vidro, resultando em um ambiente amplamente iluminado. Foto: Roberto Jesus Oscar.
Terraço
A criação de um foyer e o terraço do bar/café expandem os limites visuais entre o exterior e o interior do Palácio. O espaço externo pode ser contemplado pelas aberturas na fachada lateral. Foto: Acervo COC.
Jardim
Um jardim com flores e plantas ornamentais circunda o palácio. Foto: Roberto Jesus Oscar.
 
 
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