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Construção do Castelo

Pavilhão Mourisco
Fachada frontal do Castelo. Foto: J. Pinto.
Planta
Antiga Fazenda de Manguinhos. Imagem: Acervo COC.
Ponte
Estrutura dava acesso ao Instituto Soroterápico Federal. 1904. Foto: Acervo COC.
Vista da colina principal
Baía de Guanabara vista da colina onde foi construído o Castelo. Ao fundo, o cais. 1904. Foto: Acervo COC.
Inoculação de cavalos
Animais são inoculados por Rocha Lima e Ezequiel Dias. Foto: Acervo COC.
Fazenda de Manguinhos
Entre 1900 e 1903. “Foi aí, nestas toscas e velhas construções, que se começou a fazer medicina experimental”, disse Ezequiel Dias sobre o local. Foto: Acervo COC.
Antigo pombal
Ao fundo, a chaminé dos fornos de incineração de lixo abandonados pela Prefeitura. 1903. Foto: Acervo COC.
Laboratório principal
Foto: Acervo COC.
Varanda de antigo laboratório
1903. Foto: Acervo COC.
Cavalos
Animais eram utilizados para inoculação. Foto: Acervo COC.
Laboratório principal
Interior do laboratório principal do Instituto Soroterápico Federal. Foto: Acervo COC.
Varanda de entrada do laboratório
Instalações do Instituto Soroterápico Federal. 1903. Foto: Acervo COC.
Interior do antigo laboratório de Oswaldo Cruz
Laboratório ficava nas instalações iniciais da Fazenda de Manguinhos. Foto: Acervo COC.
Lançamento dos alicerces da cavalariça
1904. Foto: Acervo COC.
Cais
Estrutura foi reconstruída pelo arquiteto Luis de Moraes Jr., em concreto, em 1903. Foto: Acervo COC.
Cais
Estrutura era utilizada para acesso dos funcionários e desembarque de materiais para a construção do Castelo. Foto: Acervo COC.
Desenho de Oswaldo Cruz
O médico entregou o desenho a Luiz Moraes Júnior, indicando que queria um Castelo para sediar o Instituto Soroterápico Federal. Imagem: Acervo COC.
Esboço do pavimento térreo
Traçado foi feito por Oswaldo Cruz. Imagem: Acervo COC.
Croqui da fachada do Castelo
O primeiro projeto de Luiz Moraes Júnior, de 1905, previa três pavimentos em estilo Mourisco. Imagem: Acervo COC.
Maquete do Castelo
Com as duas torres, o edifício foi inspirado no projeto do Observatório de Montsouris, na França. Foto: Acervo COC.
Planta
Terceiro pavimento do Castelo. Imagem: Acervo COC.
Croqui
Fachada lateral do Castelo. 1908. Imagem: Acervo COC.
Visita às obras do Castelo
A partir da esquerda: Oswaldo Cruz (2º) e os cientistas alemães Gustav Giemsa (3º) e Stanislaus von Prowazek (4º). 1908. Foto: Acervo COC.
Castelo
Edifício em fase de construção, em 1907. Foto: Acervo COC.
Castelo
Edifício em construção, em 1910. Foto: Acervo COC.
Oswaldo Cruz
Cientista trabalha no laboratório do Castelo. Foto: Acervo COC.
Laboratório
Interior de laboratório do Instituto Oswaldo Cruz. Foto: Acervo COC.
Varanda
Detalhe da varanda do Castelo de Manguinhos. Foto: Acervo COC.
Varanda do Castelo de Manguinhos
Foto: Acervo COC.
Biblioteca do Castelo
Foto: Acervo COC.
Biblioteca do Castelo
Henrique Aragão: "O grande candelabro de cobre batido e bem assim as pequenas lanternas existentes na sala acompanham a mesma feição arquitetônica geral, em suas linhas". Foto: Acervo COC. 
Salão de leitura
Sala localizada na biblioteca do Castelo. Foto: Acervo COC.
Biblioteca do Castelo
Foto: Acervo COC.
Elevador do Castelo
O mais antigo elevador ainda em atividade no Rio de Janeiro. Foto: Acervo COC.
Elevador do Castelo
Foto: Acervo COC.
Dormitório
Foto: Acervo COC.
Jardim do Castelo
Escadaria, jardim e a Baía de Guanabara, vistos do Castelo. Ao fundo, vê-se o cais de embarque, em 1917. Foto: Acervo COC.
Vista do Castelo
Década de 1910. Foto: Acervo COC.
Fachada do Castelo
Foto: Acervo COC.
Castelo e construções ao redor
Entre 1905 e 1919. O Castelo é um dos poucos edifícios de arquitetura neo-mourisca ainda existentes no Rio de Janeiro. Foto: Acervo COC.
Vista do Campus
Prédios vistos a partir do mar. Foto: Acervo COC.
 
 
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